O CoVida20 pode ajudar a diversificar seus investimentos
Um velho ditado diz que “não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta”. Entender como montar a sua carteira de investimentos de forma diversificada é algo fundamental para alcançar suas metas. Muitas pessoas têm dúvidas sobre este assunto e, por conta disso, viemos contar de uma forma simples como você pode colocar este plano em prática para começar o ano de 2021 com o pé direito! Antes de começar a investir, é muito importante separar a sua reserva de emergência. Como o próprio nome diz, é uma reserva para momentos críticos que vai garantir as coisas básicas em sua vida caso uma situação inesperada aconteça e, portanto, deve ser um dinheiro disponível a qualquer momento. Defina um valor que cubra seus gastos mensais por pelo menos 3 meses e invista em algo muito conservador. Por exemplo, os títulos Tesouro SELIC (ou LFT) são emitidos e garantidos pelo Governo Federal e têm o menor risco de crédito do país. Atualmente a taxa Selic é de 2% aa, e estes investimentos têm incidência de imposto de renda. Após separar os recursos da sua reserva de emergência, você já pode montar sua carteira de investimentos com mais tranquilidade e buscar retornos um pouco melhores. O primeiro passo é decidir seus objetivos e quando vai precisar dos recursos. Vamos apresentar a seguir diferentes modalidades que você pode considerar para montar sua carteira em ordem crescente de risco. Conheça aos poucos cada uma e defina a proporção dos seus recursos que você vai colocar em cada uma delas. Não tem uma regra geral para todo mundo, avalie o que faz sentido para seu momento de vida… mas procure concentrar um pouco mais de recursos nas modalidades de risco menor. Renda Fixa Os ativos de renda fixa apresentam uma remuneração definida previamente e correspondem à maior parte dos recursos em uma carteira de investimentos. São títulos de dívida, ou seja, quando investimos nesses ativos nós fazemos empréstimos para o Governo (Títulos Públicos), para os bancos (CDB, LCA, LCI, LC) ou para empresas (ativos corporativos), estes dois últimos também são chamados de “Créditos Privados”. Podemos dividir a renda fixa conforme o tipo de taxa de juros: Ativos pós-fixados, que seguem um índice de referência. Por exemplo, um CDB com 100% do CDI (que atualmente é cerca de 2% aa). Ativos com uma taxa de juros fixa (prefixada) ou com uma combinação de índice e taxa (por exemplo inflação IPCA + uma taxa de juros). Nos dois casos é importante avaliar a liquidez, o prazo do investimento e as características de quem está emprestando o recurso. Uma opção de diversificação na Renda Fixa é o CoVida20: um programa que reúne investidores para financiar pequenos negócios por meio de empréstimos coletivos com taxas de juros prefixadas de 6,17% aa. Os recursos têm a finalidade de manter os empregos e a renda das pessoas que atuam nos negócios e também garantem que os empreendedores tenham um fluxo de caixa saudável para passarem pelo período desafiador que estamos vivendo. Além do impacto positivo que o negócio gera para a sociedade, o empréstimo gera retorno financeiro para os investidores! Uma opção de diversificação na Renda Fixa são as plataformas de empréstimo coletivo (peer-to-peer lending), com oportunidades para investir diretamente em empresas e pessoas, com taxas e prazos prefixados. Conheça e experimente: Na plataforma de empréstimo coletivo MOVA você encontra os negócios selecionados pela Trê Investindo com Causa para o Programa CoVida20. Essa é uma oportunidade de realizar investimento de impacto positivo com taxas de juros prefixadas de 6,17% aa. Além de impulsionar os benefícios socioambientais que os negócios geram para a sociedade, o empréstimo gera retorno financeiro para os investidores! Multimercados Esta é uma categoria de investimento que tem liberdade de mesclar aplicações de vários mercados, como renda fixa, ações, câmbio, entre outros, para buscar uma rentabilidade mais elevada. Possui também maior volatilidade (maior risco), inclusive também pode ter estratégias com derivativos. Normalmente esta modalidade está disponível para investir via fundos de investimento. Considere um prazo de 3 a cinco anos para este perfil. Renda Variável Este tipo de investimento é indicado quando se busca retornos maiores, encarando mais oscilações de preço, ou seja, maiores níveis de risco. O exemplo mais comum de investimento em renda variável são as ações: ao comprar uma ação, via corretora de valores, você compra uma parte de uma empresa de capital aberto e paga o preço definido pela expectativa do mercado naquele momento. Com isso, você se torna acionista da empresa e este tipo de investimento não tem prazo definido. Quando você não desejar mais as ações que comprou, pode negociá-las na bolsa de valores e alguém irá comprá-las pelo preço do mercado no momento da venda. Você também pode investir nessa modalidade via fundos de ações. Assim sendo, o retorno varia positivamente ou negativamente, de acordo com as expectativas do mercado. Como o risco é maior, considere um prazo de 5 anos para este tipo de investimento. Proteções O mercado financeiro pode ser extremamente volátil em determinados momentos, como vimos em 2020. Assim sendo, é indicado investir uma parcela bem pequena da sua carteira em ativos considerados como proteção, como ouro ou dólar. Isso porque em tempos de crise essa parte pode compensar as perdas em outros ativos, balanceando a carteira. As aplicações nessa modalidade podem ser feitas via fundos de investimentos. Lembramos que é fundamental compreender os tipos de investimento que existem no mercado, os seus riscos e o prazo da aplicação. Basicamente o mundo dos investimentos se divide em duas opções: dívida (empréstimo) ou sociedade. Recomendamos que você monte sua carteira de forma diversificada, concentrando inicialmente nos ativos de riscos menores e deixando uma parte menor (de prazo mais longo) sujeita à mais volatilidade. E além de analisar risco e retorno, avalie também o que seus investimentos estão impulsionando no mundo. Elaborar uma carteira de investimento se torna uma tarefa fácil se feita de maneira estratégica! Confira os demais posts de investimento da Trê Investindo Com Causa para estruturar sua
O que é CCCB?
Na Trê utilizamos o CCCB para o programa Covida20. Mas afinal… O que é CCCB? O que é CCCB? Certificado Cédula Crédito Bancário é um título de crédito emitido por pessoa física ou jurídica em favor de uma instituição financeira ou de entidade que se assemelhe. Este contrato segue as normas do Banco Central e estabelece a relação entre quem empresta o dinheiro e quem o recebe. Assim, no caso da Trê, o negócio terá recursos financeiros para que possa trabalhar e transformar o dinheiro emprestado em causas que impactam a sociedade de forma saudável. Dessa forma, como é um empréstimo direto do investidor ao empreendedor o custo da operação sai mais barato. Qual a diferença em investir num CDB e num CCCB ? Apesar das letras serem parecidas, o CDB ou “Certificado de Depósito Bancário” é um tipo de título emitido por instituições financeiras que remuneram o investidor por um prazo determinado no momento do investimento. O CDB é um produto de investimento no qual o investidor empresta dinheiro diretamente para o banco. Por outro lado, o CCCB ou “Certificado de Cédula de Crédito Bancário” funciona como um contrato que formaliza operações de crédito entre duas partes, como quando o investidor empresta diretamente para um empreendedor.O CDB conta com a cobertura adicional do FGC em até R$ 250 mil por CPF/CNPJ, por instituição financeira, enquanto que um empréstimo direto formalizado via CCCB conta com o aval dos sócios dos negócios que recebem os recursos. Sobre o CoVida-20: CoVida20 é um programa de financiamento criado pela Trê e outros parceiros fomentar negócios de impacto por meio da manutenção do emprego e da renda de pessoas envolvidas durante a crise do Covid-19. Assim sendo, o programa utiliza o CCCB como meio que estabelece a relação entre os investidores e os negócios de impacto positivo A Trê busca estar próxima desses negócios, através de uma relação de confiança com ofertas de apoio do ecossistema de impacto , para que esses negócios consigam honrar com seus investidores e continuem a impactar a economia de forma saudável. Ambos pode ser resgatado apenas na data de vencimento, e a tributação do Imposto de Renda ocorre da seguinte forma: 22,5% para aplicações de até 180 dias; 20% para aplicações entre 181 até 360 dias; 17,5% para aplicações entre 361 até 720 dias; e 15% para aplicações com prazo de mais de 720 dias. Agora que você já sabe o que é um CCCB, que tal conhecer as oportunidades de CoVida20? Acesse o site www.covida20.com.br e conheça mais sobre esse investimento que alia impacto positivo na sociedade e retorno financeiro!
ODS: objetivos para transformar o planeta e uma grande oportunidade para o setor privado
O que são os ODS e qual é a sua importância? No ano de 2015, os 193 países membros da ONU (Organização das Nações Unidas) adotaram uma nova agenda: os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que é composto por 17 itens – tais como erradicar a pobreza, a fome, as desigualdades, mudanças climáticas e assegurar educação inclusiva, saúde, energia, crescimento econômico sustentável, infraestrutura, padrões sustentáveis de consumo e de produção, sociedades mais justas e pacíficas, etc – que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030. Os objetivos são de extrema importância porque nos guiam para onde devemos estar em dez anos, além de retratar novas oportunidades para empresas e instituições no mundo todo. ODS: Oportunidade de $12 trilhões de dólares para o setor privado Segundo o relatório Better Business Better World da Comissão de Negócios e Desenvolvimento Sustentável, atingir as metas estabelecidas até 2030 poderiam gerar cerca de US$ 12 trilhões em oportunidades de mercado em quatro sistemas econômicos, além de aumentar o emprego em até 380 milhões até 2030. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ao serem colocados como centro da estratégia econômica mundial, podem estimular uma grande transformação no crescimento e na produtividade. Segundo Jeremy Oppenheim, diretor do Programa da Comissão “As Metas Globais fornecem um modelo de crescimento sustentável e lucrativo para os negócios e têm o potencial de desencadear uma nova ‘corrida para o topo’. Quanto mais rápido os CEOs e os conselhos fizerem das Metas Globais suas metas de negócios, melhor será o mundo e suas empresas”. Como contribuir para essa agenda? A fim de que as metas sejam atingidas até 2030, é imprescindível a mobilização de autoridades locais e nacionais, da sociedade, de instituições, da comunidade empresarial e de ativistas. É necessária uma liderança que ensine pelo exemplo, de modo que o setor privado se torne um parceiro confiável no trabalho com o governo e com a sociedade civil para a criação de uma nova economia. Segundo o PNUD, para auxiliar a implementação da agenda 2030 pode-se aumentar a conscientização e defender os ODSs, inclusive por meio da convocação de diálogos entre o governo, parceiros de desenvolvimento, a sociedade civil e o setor privado. Outra maneira de colaborar é por meio da produção, do consumo e do investimento sustentável e consciente. Nós da Trê, acreditamos que por meio de um fluir mais saudável do dinheiro podemos nutrir uma economia mais justa e fraterna. Conectando os negócios de impacto que endereçam causas socioambientais a pessoas que gostariam de nutri-los financeiramente e co-construir essa nova economia. Quer conhecer uma oportunidade de investir com retorno em impacto positivo agora? Clique aqui e conheça o programa emergencial desenvolvido para manter esses negócios vivos durante a pandemia. Participe desta iniciativa que está mantendo centenas de empregos e contribua para o fluir saudável do dinheiro!
Investimento para iniciantes: Passo a passo
O que é investimento? Investir é uma forma de poupar e acumular recursos com o intuito de resguardar-se para o futuro, de acordo com os objetivos traçados inicialmente. Por que investir em causa? Na Trê Investindo com Causa acreditamos que o dinheiro, assim como a água, promove vida por onde flui. Além do retorno financeiro, o investimento em causa é como alavanca para o impacto positivo no mundo. Ao direcionar esforços a causas sistêmicas, a mudança pode ficar ainda mais forte e visível. Clique aqui para saber mais sobre a importância de investir com causa. Investimento “peer-to-peer lending”: O que é? Investimento Coletivo ou Empréstimo Direto (peer-to-peer lending) é uma forma de financiar pessoas ou negócios por meio do empréstimo direto de vários investidores. As operações entre as partes são devidamente formalizadas via plataforma SEP (Sociedade de Empréstimo entre Pessoas) regulamentada pelo Banco Central do Brasil (BACEN). Passo a passo para investir na Trê: Realize o cadastro na plataforma ou preencha nosso formulário para registrar seu interesse em investir futuramente e receber novidades da Trê. A Mova é a nossa parceira na realização das rodadas de investimento coletivo, sendo a 1º plataforma de Peer-to-Peer Lending aprovada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil na forma de Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP). Caso queira entrar em contato a nossa equipe, envie um e-mail para investidores@treinvestimentos.com.br 2. Avalie e escolha as causas e os negócios de impacto positivo com os quais você se identifica 3. Defina o valor que deseja investir em cada negócio Sugerimos distribuir seus recursos em diferentes oportunidades para formar um portfólio diversificado. 4. Receba o retorno financeiro, de acordo com as condições ofertadas, e contribua para a causa que você deseja nutrir. Agora que você já sabe como investir, venha conhecer um pouco mais sobre o Covida20, um programa de financiamento para negócios de impacto para ajudar os negócios a passarem pela crise atual sustentando a economia ao manter a renda de todos envolvidos e gerando um retorno financeiro!
ESG: três letrinhas que estão revolucionando o mercado
ESG: três letrinhas que estão revolucionando o mercado Os fatores ESG trazem para o centro do mercado financeiro a reflexão sobre nosso papel como investidores e agentes de transformação na sociedade. O que é ESG? ESG ( Environmental, Social and Governance) ou o acrônimo ASG (Ambiental, Social e Governança) é um conjunto de critérios que auxilia bancos, gestoras, analistas e investidores em geral na avaliação e “scoring” das empresas, levando em consideração o comprometimento nos aspectos ambientais, sociais e de governança corporativa em seus negócios. Para uma alta pontuação ESG, a lógica da lucratividade deve andar lado a lado com estas métricas, gerando prosperidade e bem-estar, reduzindo os impactos no meio ambiente, criando biodiversidade, fortalecendo condições dignas de trabalho, promovendo a diversidade e os direitos humanos, remunerando de maneira justa, reduzindo a desigualdade, combatendo a corrupção, entre outras linhas de ação. Qual é a importância do ESG no contexto atual? Com o aumento da consciência sobre os desafios sócio-ambientais, os impactos das ações humanas no meio em que vivemos se tornaram cada vez mais visíveis nos dias de hoje. Assim sendo, os indicadores ESG ajudam os consumidores, que passaram a demandar produtos e serviços de empresas com valores sustentáveis, a perceber quais instituições compactuam com seus princípios. A grande vantagem dos critérios ESG para os investidores é a transparência e segurança. O pilar de governança corporativa tem como principal objetivo fornecer informações sobre aspectos empresariais como políticas de diversidade, anticorrupção, contabilidade, etc. Além disso, estudos da MSCI, empresa americana do mercado financeiro que fornece ferramentas de análise, apontam que instituições que são socialmente e ambientalmente responsáveis têm maior probabilidade de evitar prejuízos causados por processos trabalhistas e ambientais, gerando valor para o acionista no longo prazo. Por fim, para as empresas o comprometimento com os indicadores ESG tendem a contribuir para conquista e fidelização de novos consumidores e investidores, atração e retenção de funcionários e valorização da marca. Ademais, os critérios ESG, que visam a criação de ambientes de trabalho mais diversos, podem contribuir para uma maior competitividade em relação aos concorrentes. Segundo o estudo “Delivering Through Diversity” da McKinsey & Company, as empresas com mais diversidade de gênero têm 27% mais chances de superar as outras em relação à criação de valor à longo prazo. Investimento ESG: No Brasil e no mundo Os critérios ESG ganharam muito destaque no ano de 2019, quando o Larry Fink, CEO da BlackRock, maior gestora de investimentos do mundo, com cerca de RS$ 36,5 trilhões sob gestão, divulgou uma carta que colocava a sustentabilidade como o novo padrão de investimentos da instituição, informando que as empresas sem um alinhamento ESG e que não cumprem suas obrigações perante a sociedade, seriam deixadas para trás como prioridade de investimento. Em 2019, o investimento sustentável (baseados em critérios ESG) já representava quase 30 trilhões de dólares no mundo, de acordo com dados da Morningstar compilados pelo Morgan Stanley. Ademais, neste ano os fatores ESG e sustentabilidade foram os temas centrais do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum), organização sem fins lucrativos que seleciona e reúne anualmente líderes empresariais e políticos do mundo todo, com o objetivo de discutir os tópicos de maior urgência na atualidade, incluindo principalmente saúde e meio-ambiente. Com isso, pode-se perceber não só o quão recente é o tema, mas também a importância dessas medidas para a sociedade como um todo. No Brasil, o tema ganhou destaque esse ano quando fundos de investimento estrangeiros afirmaram à agência “Reuters” que deixarão de investir no país, caso não seja apresentada uma solução para o desmatamento na Amazônia. Em uma carta aberta, instituições colocaram em estado de alerta a perda da biodiversidade e a crise climática, essas que representam um “risco sistêmico” aos seus portfólios. A atual crise do coronavírus está evidenciando ainda mais a importância de investimentos ESG. A pandemia está afetando diretamente a saúde da população, além de afetar a qualidade de vida, aumentando a desigualdade, a pobreza e a escassez de recursos. Assim sendo, com a reabertura das economias, é fundamental que exista uma maior responsabilização em relação aos aspectos socioambientais por parte das empresas, dos governos e da sociedade. Trê e ESG: O mercado está valorizando cada vez mais os fatores ESG para decisões de investimento. Dessa maneira, é possível gerar impacto positivo, não apenas consumindo produtos de empresas social e ambientalmente responsáveis, mas investindo nelas também. A Trê é uma organização que busca atender essas necessidades da sociedade, selecionando causa negócios de impacto com pessoas que possuem o desejo de investir com consciência, por meio do investimento coletivo. Importante ressaltar que investimento de impacto pode ser considerado uma categoria dentro do universo de investimentos ESG, onde os negócios investidos são comprometidos a partir de seu modelo de negócio central a gerar benefícios sociais e ambientais. A Trê, portanto, traz visibilidade ao tema por meio das soluções financeiras que traz ao mercado, e pela transparência dos critérios utilizados na seleção de negócios para investimentos com causa.Um exemplo disso é Covida20, projeto da Trê com parceria do Capitalismo Consciente Brasil, Sistema B Brasil e Din4mo. Quer conhecer mais sobre o Covida20? Acesse o link: https://covida20.com.br/